Flecha Quebrada

O nosso mundo, a nossa sociedade… (uma flecha quebrada significa paz)

Médicos Sem Fronteiras

Cirurgia na JordâniaSão quase duas e meia da manhã e após uma longa maratona de trabalho encontro nas notícias algo que faz desaparecer todo o meu cansaço.

A correspondente da BBC no Médio Oriente, Natalia Antelava, conta-nos como os médicos iraquianos andam a salvar vidas longe do seu país de origem. Na Jordânia, a repórter acompanhou uma equipa de cirurgiões que alterou a vida do pequeno Hussein e de tantas outras crianças afectadas pela guerra no Iraque .

The boy looked like an old man. His lips moved slowly, trying to stretch against his inflexible, badly scarred skin, and bandages covered his eyes.

But the voice that came out of his disfigured face was loud and cheerful and it filled the hospital room.

“I want to go back to Iraq, I miss my dad,” Hussein said.

reportagem BBC News

Mil Imagens: Peixe Fugu

Vida Selvagem

Vida Selvagem

Família: Tetraodontidae
Habitat: Oceano Pacífico, Oceano Índico e Oceano Atlântico (Trópicos)
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Na foto aparece uma das várias espécies do conhecido peixe fugu. Estes animais aquáticos são famosos pela alta toxicidade do veneno que possuem em vários dos seus órgãos.Na gastronomia japonesa, quando mal confeccionado, o consumo deste peixe pode revelar-se letal o que o torna num dos pratos de maior projecção e exóticos no Japão.

A Guerra do Líbano

A ofensiva militar Israelita no sul do Líbano poderá terminar brevemente.

A resolução aprovada pelo Conselho de Segurança vem determinar o cessar fogo imediato por parte do exército israelita e da milícia xiita libanesa, Hezbollah. As intensas movimentações diplomáticas fizeram sentir-se em vários pontos do mundo. De entre os membros do Conselho de Segurança da ONU, França e Estados Unidos eram os estados que apresentavam as propostas mais divergentes.

O Hezbollah já aceitou o cessar-fogo imposto pela resolução 1701, enquanto Israel ainda não tomou uma posição concreta sobre o pedido do Conselho de Segurança.

É certo que este ataque pretendeu desmembrar e destruir as infra-estruturas do Hezbollah que controla a região sul do Líbano desde a desocupação Israelita em 2000, sendo uma resposta clara aos ataques de 12 de Julho a Israel. No entanto, a dimensão deste conflito pode ser mais ampla. As agências de segurança acreditam que o Hezbollah é financiado, suportado e apoiado pela Síria e o Irão.

O Líbano pode muito bem ser o tabuleiro de um desafio disputado entre quatro países. De um lado, os Estados Unidos e Israel na luta contra o terrorismo e na garantia da segurança do estado judaíco. Do outro, o Irão e a Síria na sua cerrada luta contra o sionismo e o “imperialismo norte-americano”.

A questão do armamento nuclear no Irão preocupa seriamente os israelitas e os americanos, tendo o presidente iraniano declarado várias vezes que Israel deveria ser “apagado do mapa”. Síria e Irão estão incluídos no denominado eixo do mal. Portanto, representam desde o 11 de Setembro, o inimigo do mundo ocidental que patrocina o terrorismo. Nestes termos, uma incursão militar no Irão seria justificada.

Seria certamente um dos maiores desafios militares da história que envolveria o confronto directo entre estados dotados de capacidade ofensiva nuclear e seria um factor de instabilidade mundial talvez superior ao clima vivido após o 11 de Setembro