Apple Mac Mini M5

Estamos em 16 de Maio de 2026 e é aguardada com muita expectativa o lançamento dos novos processadores da Apple – M5, M5 Pro e M5 Max – na linha desktop Mac, designadamente o Mac Mini, o iMac e o Mac Studio.

O design dos três formatos desktop activos não sofrerá grandes alterações, dadas as características térmicas dos novos processadores de arquitectura ARM (Apple Silicon) que não introduz alterações excepcionais no sistema de arrefecimento dos novos equipamentos.

As limitações prendem-se com o fenómeno de aumento exponencial do preço das memórias RAM e do armazenamento SSD que ditará alguns compromissos na disponibilização de modelos com elevada RAM e espaço de armazenamento. Isto estará reflectido nas novas margens de lucro da Apple para o mercado de consumo.

O Mac Mini é um caso particular, pois tem uma elevada procura para modelos “menos complexos” de Inteligência Artificial, como por exemplo a ferramenta Claude. O Mac Studio é também uma excelente escolha para modelos de IA mais avançados, dado que utilizará mais memória com os processadores M5 Max e um eventual “M4 Ultra” (?).

No entanto, há quem aponte que o fenómeno do Macbook Neo pode ser replicado no modelo Mac Mini para baixar ou manter o preço de entrada nos 729 EUR. Recorde-se que a gama Neo utiliza menos memória (8GB RAM) e um processador de um smartphone para correr o sistema operativo MacOS.

A minha expectativa é que não haja um aumento significativo do preço do Mac Mini (que seja de aproximadamente de 100 euros) e que o armazenamento por defeito comece nos 512GB de espaço. Esta será a versão próxima da fasquia dos 1000 euros (por excesso desta vez).

Que esta versão de entrada do Mac Mini – na fasquia dos 1000 euros – não seja uma versão “Neo-nizada” com 8GB de RAM e que inclua um botão de On/off num local mais acessível.

Quanto ao Mac Studio e aos iMac, no primeiro veremos um incremento das características essenciais (RAM e Armazenamento) e nos segundos veremos uma nova gama alargada de cores, certamente.

Aliás, o iMac pode ter, sim, uma versão Neo destinada ao mercado de entrada (com um preço inferior ao dos iMac com M5). No Studio, não sei se iremos assistir às versões com 512GB de RAM, mas ele torna-se em definitivo o equipamento mais poderoso de toda a gama Mac (Rest In Peace Mac Pro) com expansibilidade através das ligações externas Thunderbolt.

Tudo estará certamente esclarecido na WWDC 2026 e a data de lançamento será anunciada para este trimestre (2.º Trimestre) ou um dos dois posteriores (3.º Trimestre ou 4.º Trimestre).

Raspberry Pi 500+

O novo “all-in-one #PC” Raspberry Pi da tem a designação de “Raspberry Pi 500+” e está à venda por $200. O equipamento possui 16GB de RAM, SSD de 256GB e um teclado mecânico, para além de um conjunto de acessórios.

Saiba mais em: https://www.raspberrypi.com/news/the-ultimate-all-in-one-pc-raspberry-pi-500-plus-on-sale-now-at-200/

Parceria entre Intel e NVIDIA – Ano 2025

A Intel Corporation e a NVIDIA anunciaram uma parceria de colaboração na área dos Data Center e dos PC. 😎🌱

O que pensa desta nova estratégia de cooperação entre a NVIDIA e a Intel?

Informação completa em: https://newsroom.intel.com/artificial-intelligence/intel-and-nvidia-to-jointly-develop-ai-infrastructure-and-personal-computing-products

 

NVIDIA Jetson Thor

A generalização da IA é uma realidade e já a podemos utilizar localmente (sem acesso à Internet) com “computadores” desktop relativamente potentes e capazes de executar tarefas de elevada complexidade.

Um dos mais recentes modelos é a estação de trabalho NVIDIA Jetson Thor, abaixo referenciada para o segmento profissional, científico e empresarial.

Caminhamos a largos passos para o uso em estações de trabalho destinados ao consumidor comum, cujas estações de trabalho possuam ciclos de processamento IA (TOPS) relativamente potentes.

É verdade que já existem portáteis e desktops com capacidades limitadas a nível de TOPS (ciclos de processamento de IA). No entanto, o mercado de consumo doméstico para a IA com elevado número de TOPS, no sector da “informática de consumo”, sofrerá um “boom de consumo” já em 2026, com novos equipamentos provenientes das mãos da Intel, AMD, NVIDIA, Apple, ARM, Qualcomm, Samsung, de entre outros.