
Estamos perante o iminente lançamento de 007 First Light para as consolas PS5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e computadores com sistema operativo Windows (PC).
Este é o jogo sucesor ao 007 Legends lançado há quase 14 anos no longíquo ano de 2012. Note-se que o jogo foi lançado para as consolas PS3, Xbox, Wii U e, claro, numa versão Windows (computador – PC). No entanto, ao contrário das expectativas do 007 First Light, o “007 Legends” foi um falhanço, tendo a crítica e os jogadores recebido o jogo com muito mau feedback.
Dois anos antes, no ano de 2010 surgiu o James Bond 007: Blood Stone que teve uma história bem diferente e foi acolhido pela crítica com análises e feedback positivo. O jogo transporta-nos para uma história original, à semelhança de First Light, e conta com a prestação de Daniel Craig e da Dame Judi Dench nos papéis de James Bond e M.
O jogo começa com um confronto na cidade de Atenas e uma perseguição de barco que exploram os limites da Playstation 3. Os gráficos são impecáveis para a versão PS3 e, por ser a consola que posssuo, esta será aquela de que falarei.
A jogabilidade é fácil – com um vector de aprendizagem simplificado – e integra-se facilmente com o Dualshock 3. A estória desenrola-se a um passo normal, à semelhança de um qualquer filme de 007 de Daniel Craig.
O jogo permite-nos descobrir o universo Bond com relativa facilidade e satisfação, mas há um pormenor. O jogo é agora retro-gaming e, dado que estou a fazer uma análise rápida do jogo, devo dizer que a cópia que tenho em mãos tem um erro de leitura do disco e, sim, creio que existe e que fiz o download do update na rede PSN aquando da instalação do Blu-ray (faço sempre para que não haja bugs ou erros).
É verdade, vou ter de adquirir em breve uma segunda cópia porque segundo tudo o que li, o jogo é hipersensível aos erros de leitura do Blu-ray. Vou cruzar os dedos para que não tenha erro no mesmo sítio do disco óptico e para que estes sejam alternados
Não creio que seja da inteira responsabilidade dos estúdios de jogos Activision, a prensagem dos Blu-ray, mas as “cut-scene” podiam ser mais tolerantes aos riscos no disco óptico e fazer com que o laser fizesse um skip em vez de acusar um erro de onde se passa rapidamente para um bloqueio inultrapassável.
Well… não creio que possa fazer uma avaliação completa do enredo do jogo, mas até à parte que joguei, usufrui de uma experiência de jogo agradável. Vou ter de arranjar uma segunda cópia de Blu-ray numa loja de jogos PS3 em segunda-mão.
Quando tiver “mission accomplished” nesta saga do erro de leitura óptica, terminarei aqui a minha review do jogo da PS3. Mais, com o passar do tempo, “perderei” aqui alguns minutos a partilhar a minha experiência com os jogos PS3 que tenho em segunda-mão e que foram adquiridos maioritariamente na CeX (loja que recomendo para aquisição de jogos em segunda-mão).







