VICTUS HAZE – Tactically Responsive Space (TacRS)

No dia 19 de Junho de 2026 foi completada em “tempo-recorde” uma missão militar espacial – por parte dos Estados Unidos e em forma de exercício ou ensaio- que prevê o lançamento de um veículo espacial em contexto de emergência espacial envolvendo um cenário de ameaça à infra-estrutura espacial (como satélites, estações espaciais ou veículo espaciais em órbita à terra).

A missão foi executada por o Comando Espacial Norte-Americano (US – Space Command) e é habitualmente designada como capacidades de “Tactically Responsive Space (TacRS)”, tendo durado um total de 37 horas e 36 minutos. Este tempo de resposta está significativamente abaixo das 72 horas de tempo limite que foi definido por os Estados Unidos como forma de dar resposta a uma emergência de complexidade de execução acrescida.

O veículo espacial foi lançado a partir da Nova Zelândia e para o efeito foi necessário que o exercício militar cumprisse os protocolos militares de segurança para obtenção do(s) alvo(s), lançamento do veículo espacial e operação remota desse mesmo veículo espacial com o objectivo de cumprir a missão ou missões designadas.

O objectivo principal é demonstrar a prontidão de todas as equipas envolvidas e dos respectivos equipamentos e infra-estruturas de lançamento e controlo. Com a corrida espacial a ganhar novos contornos – exemplo, estabelecimento de bases na Lua – no futuro, também, estas missões procurarão proteger a infra-estrutura espacial em redor da Lua (satélites que providenciem telecomunicações a infra-estruturas estabelecidas na Lua).

Quanto a Marte, pela sua distância e pela barreira tecnológica que ainda não permite astronautas em solo marciano, não vemos a necessidade de uma missão com um estado de prontidão tão elevado.

A localidade com o nome mais comprido do Mundo (Guinness World Records)

Tamatea MaoriNão, não adormeci e bati com a cabeça no teclado ao escrever o título desta publicação. (Adenda: vi-me obrigado a alterar o título e o URL porque os motores de busca não encaixam lá muito bem estas particularidades semânticas).

“Taumatawhakatangihangakoauauotamateaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhenuakitanatahu” é o nome de uma localidade situada na Nova Zelândia (Google Maps). A localidade detém uma marca no Guinness Word Records pela sua designação pouco habitual que contém 85 caracteres do alfabeto básico latino (norma ISO). Este feito faz com que a localidade detenha o record da “localidade com o nome mais comprido do planeta”.

O nome tem origem numa expressão Maöri e é uma alusão a um dos grandes exploradores desta civilização do Hemisfério Sul, o explorador Tamatea. Tamatea é considerado pelos nativos (e também pelos neo-zelandeses) como sendo uma personagem histórica de elevada importância para aquela que poderemos chamar a “era dos descobrimentos” da civilização Maöri.

Numa tradução livre, o nome da localidade significa: “O pico onde Tamatea – o homem com os grandes joelhos, o conquistador das montanhas, o aglomerante de territórios que viajou mais além – tocou a sua flauta de sopro nasal à sua grande amada.”

A título de curiosidade, no segundo lugar está uma localidade europeia situada no País de Gales (Reino Unido) cuja designação local é “Llanfair­pwllgwyngyll­gogery­chwyrn­drobwll­llan­tysilio­gogo­goch”. Ao invés da localidade neo-zelandesa, a pequena vila do País de Gales ganhou a sua designação num contexto histórico completamente diferente. No séc. XIX os habitantes escolheram esta designação para fins meramente promocionais e como forma de impulsionar o turismo nesta região.

Créditos da imagem: http://warrenpohatu.blogspot.pt/2011/12/tamatea-arikinui-takitimu.html

Mil Imagens: Destino de Férias – L’Île-des-Pins na Nova Caledónia

A grande maioria dos artigos do meu blogue têm verificado um “pequeno decréscimo” na sua extensão. A razão é muito simples, é difícil conciliar o tempo que tenho com o tempo que gostaria de ter para escrever neste meu cantinho na Web. No entanto, posso partilhar aqui o meu desejo de parar os pequenos ponteiros do grande relógio e poder desfrutar cada segundo de um apetecido toque de mágico. E se pudesse escolher o destino para aproveitar essa pausa? Well.. este lugar parece-me bem.

Encontrei a foto na Wikipedia, é a de uma ilha chamada L’Île-des-Pins que se encontra na Nova Caledónia e é banhada pelo Oceano Pacífico. Ah… bem me apetecia uma visita a esta ilha e a vocês?

Austrália, Ao Encontro de Quioto

Sidney, Austrália
Sidney, Austrália

Soube-se hoje que o novo governo australiano, pelas mãos do primeiro-ministro Kevin Rudd, vai ratificar o Protocolo de Quioto e que daqui a 90 dias o acto será oficializado.

Com esta acção, a Austrália vai ao encontro do tratado de 1997 e será o penúltimo país, do grupo dos países mais desenvolvidos, a estabelecer um compromisso de redução do nível de emissão de gases poluentes.

Os Estados Unidos, como nação*, ficam sozinhos e mergulhados num “marasmo ambiental”…

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As declarações do primeiro-ministro australiano:
“Signing the Kyoto Protocol is “a significant step forward in our country’s efforts to fight climate change domestically – and with the international community,”

* embora alguns dos seus estados, por iniciativa própria, estejam já a “seguir as metas” definidas em Quioto