PCs e Laptops Nvidia RTX Spark – Preços Estimados

Os novos PCs e portáteis (laptops) com tecnologia RTX Spark da Nvidia serão comercializados neste Outono de 2026 com preços estimados a partir dos 1800 EUR a 2000 EUR para as versões “mais básicas” (versão de entrada). Não se esqueça que o segmento “premium” é o mercado pretendido pela Nvidia e as fabricantes OEM que participam no projecto (ASUS, Microsoft, Lenovo, MSI, etc).

A versão de entrada – a mais básica – contará com o processador Grace de 12 núcleos (RTX Spark N1) e uma GPU Nvidia Blackwell equivalente a uma RTX Mobile 5050, que serão geridos por uma capacidade de memória unificada de até 64GB de RAM.

O segmento de topo contará com um preço-base estimado compreendido na fasquia dos 2500 EUR e 3000 EUR, com – à semelhança da versão de entrada – várias opções diferentes de configuração de memória RAM unificada (até um limite de 128GB) e que poderá alcançar o patamar dos 7500 EUR.

No segmento de topo encontraremos um processador Grace com 20 núcleos (RTX Spark N1X) e uma GPU com 6144 núcleos CUDA (equivalente a uma RTX Mobile 5070). Como foi dito anteriormente, a configuração pode atingir os 128GB de memória unificada.

Quanto aos slots PCI Express para discos SSD NVme, crê-se que a largura de banda permita a instalação e utilização de dois discos em simultâneo com entre 1 a 8 TB de armazenamento cada um.

Note-se que a informação respeitante aos preços ainda não é pública e que estes valores são meramente especulativos, pois provém de fontes obtidas através de canais de informação informais.

Até ao Outono de 2026 saberemos através dos canais oficiais quais as características todas presentes nos diversos laptops e PCs com o SoC (System-On-a-Chip) da Nvidia. Uma coisa é certa, o mercado vai mexer e muito com a disponibilização da primeira geração dos Nvidia RTX Spark.

O seu 1 Petaflop de performance em IA FP4 e 128GB de RAM unificada (na configuração mais avançada) serão aproveitadas por inúmeras ferramentas de criatividade e produtividade optimizadas para computação ARM (como a Adobe, Blender ou Microsoft Office, de entre outros). Veremos qual será a aceitação do mercado de consumo profissional desta versão que correrá o sistema operativos Windows 11 on Arm.

Filmes – Flecha Quebrada (Broken Arrow, 1996 e 1950)

Este blogue tem o nome de dois famosos filmes de Hollywood de 1996 e 1950, respectivamente. No entanto, o significado da expressão Flecha Quebrada (em inglês designada como Broken Arrow) vai buscar a conotação com as flechas partidas no filme de 1950. Uma flecha partida (ou quebrada) tem por simbolismo retratar a paz, neste caso retratada em um Western quando esta é declarada pelos ameríndios.

Assim, Broken Arrow (1950) é aquele que se aproxima mais do significado atribuído em 2006 a este mesmo simples espaço de escrita.

Quanto ao filme A Flecha Quebrada do ano de 1996, esse retrata um cenário que jamais havia sido delineado pela comunidade dos ameríndios do continente norte-americano: a perda de armamento com capacidade nuclear. O filme é mais conhecido do que o Western pois a máquina de propaganda de Hollywood, em 1996, foi muito mais capaz de publicitar um filme de John Woo que se desenrola a um ritmo frenético na busca de duas ogivas nucleares.

Os protagonistas do filme são, o actor mundialmente conhecido, John Travolta e o actor Christian Slater. A longa-metragem passou vezes sem conta no canal português RTP1 nos inícios da década de 2000’s.

No entanto, nunca me passou pela cabeça que o nome de código de Flecha Quebrada fosse hoje mais associado a uma perda de armamento do que a um símbolo de paz da comunidade nativa da américa do Norte.

É o reflexo dos tempos modernos.

Quanto ao enredo dos dois filmes. O de 1950 circula à volta de uma estória ficcionada na comunidade Apache e norte-americana em que um “scout” norte-americano salva um rapaz da tribo Apache de ferimentos graves resultantes de uma arma de fogo. A comunidade Apache tenta resgatar o rapaz das mãos de Thomas Jefferson Jeffords (“scout”), mas a comunidade percebe ao longo do filme que os objectivos do “scouter” são inofensivos, embora em colisão com as pretensões das chefias militares e governativas dos EUA.

Não tive oportunidade de ver o filme, mas o Western de 1950 é muito famoso entre a comunidade cinéfila e entrou em 2008 directamente para o top 10 do American Film Institute (AFI) na sua respectiva categoria.

O enredo do segundo filme, o de 1996, já é-me mais fácil de explicar pois vi uma meia-dúzia de vezes o filme em questão. Todavia, não vou alargar-me, pois este é provavelmente mais fácil de encontrar nas plataformas de Streaming, como a Netflix, a HBO ou a Apple TV, por exemplo.

É um filme de acção de John Woo, portanto tem o estilo característico dos filmes de acção do realizador nos anos 90. Vale a pena a sua visualização para um momento íntimo entre as suas pipocas e a sua TV.

 

PS3 – Blood Stone, James Bond 007

Estamos perante o iminente lançamento de 007 First Light para as consolas PS5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e computadores com sistema operativo Windows (PC).

Este é o jogo sucesor ao 007 Legends lançado há quase 14 anos no longíquo ano de 2012. Note-se que o jogo foi lançado para as consolas PS3, Xbox, Wii U e, claro, numa versão Windows (computador – PC). No entanto, ao contrário das expectativas do 007 First Light, o “007 Legends” foi um falhanço, tendo a crítica e os jogadores recebido o jogo com muito mau feedback.

Dois anos antes, no ano de 2010 surgiu o James Bond 007: Blood Stone que teve uma história bem diferente e foi acolhido pela crítica com análises e feedback positivo. O jogo transporta-nos para uma história original, à semelhança de First Light, e conta com a prestação de Daniel Craig e da Dame Judi Dench nos papéis de James Bond e M.

O jogo começa com um confronto na cidade de Atenas e uma perseguição de barco que exploram os limites da Playstation 3. Os gráficos são impecáveis para a versão PS3 e, por ser a consola que posssuo, esta será aquela de que falarei.

A jogabilidade é fácil – com um vector de aprendizagem simplificado – e integra-se facilmente com o Dualshock 3. A estória desenrola-se a um passo normal, à semelhança de um qualquer filme de 007 de Daniel Craig.

O jogo permite-nos descobrir o universo Bond com relativa facilidade e satisfação, mas há um pormenor. O jogo é agora retro-gaming e, dado que estou a fazer uma análise rápida do jogo, devo dizer que a cópia que tenho em mãos tem um erro de leitura do disco e, sim, creio que existe e que fiz o download do update na rede PSN aquando da instalação do Blu-ray (faço sempre para que não haja bugs ou erros).

É verdade, vou ter de adquirir em breve uma segunda cópia porque segundo tudo o que li, o jogo é hipersensível aos erros de leitura do Blu-ray. Vou cruzar os dedos para que não tenha erro no mesmo sítio do disco óptico e para que estes sejam alternados

Não creio que seja da inteira responsabilidade dos estúdios de jogos Activision, a prensagem dos Blu-ray, mas as “cut-scene” podiam ser mais tolerantes aos riscos no disco óptico e fazer com que o laser fizesse um skip em vez de acusar um erro de onde se passa rapidamente para um bloqueio inultrapassável.

Well… não creio que possa fazer uma avaliação completa do enredo do jogo, mas até à parte que joguei, usufrui de uma experiência de jogo agradável. Vou ter de arranjar uma segunda cópia de Blu-ray numa loja de jogos PS3 em segunda-mão.

Quando tiver “mission accomplished” nesta saga do erro de leitura óptica, terminarei aqui a minha review do jogo da PS3. Mais, com o passar do tempo, “perderei” aqui alguns minutos a partilhar a minha experiência com os jogos PS3 que tenho em segunda-mão e que foram adquiridos maioritariamente na CeX (loja que recomendo para aquisição de jogos em segunda-mão).

H.266 – Versatile Video Coding (VVC)

O codec H.266 é o concorrente directo do codec AV1 e o sucessor do codec H.265. A tecnologia de compressão de vídeo atinge marcas impressionantes face ao seu predecessor, o H.265 (HEVC).

De forma genérica, o H.266 (VVC – Versatile Video Coding) atinge uma compressão de 50% face ao codec anterior, o que significa que um ficheiro de 40GB filmado em 4K (codificado com o H.265) pode ser “encolhido” até 20GB com os mesmos 4K de resolução e sem perda de qualidade. A compressão é uma vantagem considerável na utilização da resolução UHD com que muitos cinematógrafos e artistas de vários espectros poderão contar no futuro nos seus dispositivos de filmagem e edição.

Os 50% de compressão serão também muito bem-vindos para a indústria de streaming de vídeo pois a arquitectura permite cortar nos custos de transmissão e transferência por streaming. A arquitectura avançada permite também a inclusão de outras tecnologias visuais, como por exemplo filmagens panorâmicas em 360°, filmagem em VR (Virtual Reality) / AR (Augmented Reality) e o já clássico HDR com resolução 4K e 8K.

No entanto, apesar das especificações terem sido determinadas em 2020, a tecnologia H.266 apresenta vários desafios na sua implementação no mercado profissional e de consumo.

Primeiro, a tecnologia não é Open-Source e requer uma licença comercial paga.

Segundo, o codec VVC exige equipamentos modernos e mais recentes para reproduzir com fluidez os conteúdos de vídeo comprimidos com recurso a esta tecnologia.

Terceiro, a codificação de vídeo neste codec não é nada fácil pois exige uma computação aproximadamente 10 vezes superior à da utilizada no codec H.265. Para a reprodução de H.266 é necessário um poder de computação duas vezes superior à do codec anterior.

Em suma, os algoritmos que permitem alcançar este feito de compressão vídeo são notáveis e, com toda a certeza, com as suas vantagens surtirão efeitos no mercado com cada vez mais dispositivos a suportar a sua reprodução e codificação (em coexistência com o codec AV1 que é totalmente livre de royalties para os projectos Open-Source no segmento audiovisual).

As vantagens serão ainda muito melhor aproveitadas em equipamentos informáticos e smartphones que possuam menos espaço de armazenamento SSD (ou espaço ROM nos smartphones) porque optimizam o tamanho das bibliotecas audiovisuais de reprodução e captura de vídeo.

Apple – Celebração do 50.º Aniversário

A Apple celebra em Março o seu 50.º aniversário e para o celebrar o feito conduziu um grande número de iniciativas espalhadas pelas diversas Apple Stores no Mundo.

Saiba tudo no link oficial da Apple localizado em:

https://www.apple.com/newsroom/2026/03/apple-hosts-50th-anniversary-celebrations-around-the-world/

Filme – Rosewater (realizado por Jon Stewart)

Vídeo: Rosewater TRAILER 1 (2014) – Gael García Bernal, Jon Stewart Drama HD

Rosewater é o primeiro filme com a assinatura do famoso apresentador Jon Stewart. A realização e o argumento estão a cargo de Stewart.

O filme conta-nos a história de Maziar Bahari, um jornalista iraniano preso e torturado aquando da cobertura da campanha e votação presidencial iraniana. O jornalista esteve detido durante cinco meses na prisão iraniana de Evin por alegadamente conspirar contra o regime do Irão e por actos de espionagem a favor dos países Ocidentais.

Apresentando-se como um activista e defensor dos direitos humanos, a abordagem e o estilo desinibida do repórter, face aos protestos que se seguiram à vitória de Mahmoud Ahmadinejad nas eleições presidenciais de 2009, valeram-lhe a acusação grave de que conspiraria contra o regime do Irão.

O trailer do filme apresenta um traço diferente daquilo que o apresentador a todos nos habituou no famoso programa Daily Show. O estilo é diferente, o filme promete ser meticuloso e apresentar uma visão documental dos acontecimentos e incidentes do ano de 2009.

Robin Williams (1951-2014)

Vídeo: Lean on Me Sing-a-long (from 1989 Lean on Me Movie)

Não, o Robin Williams não participa neste filme mas a 7ª Arte está repleta de mensagens sublimes. Julgo que todos os que nutriam simpatia pelo actor, aos quais ele fazia rir com um tremendo à vontade, sentem-se, de certa forma, responsáveis por não terem podido contrapor o sentimento actual de profunda tristeza que inundava o seu pensamento com a alegria de outrora do nobre actor.

A última mensagem que nos fica é a de que não devemos refugiar-nos sozinhos nos nossos maus momentos. É assim que selecciono esta passagem cinematográfica e toda a letra da canção do Bill Withers.

Filme – The First Grader | Aprender a Ler em África

Fotografia de Kerry Brown (2009)

Uma história verídica de um aldeão queniano de 84 anos (veterano da guerra de independência do Quénia) que decide aprender a ler e acaba por lutar pelo direito de frequentar pela 1ª vez uma escola de ensino primário. O seu gesto reveste-se de tremendo simbolismo pelo facto de Maruge, este nobre idoso, ter lutado pela libertação do seu próprio país e pelo acesso aos direitos mais básicos por parte de toda a população.

No entanto, dada a idade avançada do antigo combatente, os preconceitos da sociedade queniana apresentar-se-ão como a maior barreira de acesso à educação escolar que encaram este direito como um benefício exclusivo dos mais novos. Para os que acreditam nos valores da educação, o combatente Maruge apenas quer aprender a ler…

Realizado por Justin Chadwick e escrito por Ann Peacock.

Trailer:

Vídeo: The First Grader Movie Official Trailer 2011

Os Meus Filmes de Sempre, A Missão (1986)

Capa do Filme "A Missão"
Capa do Filme “A Missão”

Desconheço grande parte da obra do realizador Roland Joffé mas posso afirmar descontraidamente que esta é uma obra-prima do realizador inglês.

O filme tem uma forte componente histórica, tem como pano de fundo o conflito entre os padres Jesuítas e os reinos de Portugal e Espanha que antecede e sucede à assinatura do Tratado de Madrid.

No tratado foi acordado entre os dois reinos uma expansão territorial do império Português em detrimento de território sul-americano pertencente a Espanha. Até então, a posse do território em questão havia sido estabelecida na assinatura do Tratado de Tordesilhas.

No filme, é retratada em particular a vida de Rodrigo Mendoza (Robert de Niro) que procura a absolvição dos seus pecados e a do padre jesuíta Gabriel (Jeremy Irons), dividido entre os valores humanistas do cristianismo e o poder de quem representa institucionalmente a mesma religião.

Para além deste retrato, temos a oportunidade de conhecer as várias comunidade jesuítas que disseminaram a cultura europeia e o cristianismo junto dos Guarani, indígenas do continente sul-americano, e, as várias personagens políticas implicadas na assinatura do tratado.

Há que acrescentar que a beleza do filme é indissociável da majestosa banda sonora que o acompanha e que é um trabalho monumental do compositor Ennio Morricone. É uma experiência poderosa se sentirmos na sua essência os sons, o filme e os valores nele representados.

Está na minha lista de favoritos e é um daqueles filmes de sempre :)

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Som Clique aqui e oiça algumas samples da banda sonora